
Artista representado
Pernambuco, 1934.
Montez Magno organiza o espaço da tela com um repertório rigorosamente selecionado de formas, cores e linhas, num trabalho que se move entre a objetividade da geometria e a subjetividade do gesto pictórico.
Suas séries — entre elas Mondrian e Thânatos — dialogam abertamente com a história da arte construtiva e conceitual, revisitando referências como Sol LeWitt e Mondrian a partir de uma sintaxe própria.